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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Helicóptero RC, um gato preto no escuro?, e no CIM vai embranquecer ou amarelar?

O título desta postagem nos remete ao principio da implantação do helimodelismo no Ceará pelas mãos do nosso guru máximo Mr. Emerson, assim ele nos falou. Gato preto no escuro era como os aeromodelistas da época denominavam o helicóptero RC pioneiro trazido dos Estados Unidos pela mão do Comandante Emerson, portanto como vemos o preconceito vem de longe. Na época Mr. Emerson contratou um instrutor de São Paulo, pagando passagens aéreas, hospedagem e os tubos de dinheiro por três dias de instrução (mais do que isso o dinheiro não dava), e depois deste prazo o homem foi embora, e o Emerson foi forçado a aprender tudo o que sabe e sozinho. E a primeira lenha?, sabem com quem ele podia contar no Ceará para comprar ou emprestar peças? NINGUÉM, e numa das lenhas mandou o heli para São Paulo, para o mesmo dito instrutor e foi cobrado quase o mesmo preço do helicóptero. Foi osso mas como se diz no popular, o que não mata fortalece, então o Emerson sobreviveu e provou que o helicóptero não era um gato preto no escuro e sim uma fantástica máquina de voar, que exige talentos especiais para o seu manejo.
E no CIM será diferente? e lá para onde queremos ir como seremos recebidos?, como chegaremos com nossos "gatinhos pretos" debaixo do braço?, não se enganem o CIM foi criado por uma elite aeromodelista, e a cultura de lá é aeromodelista. Ok Alberto, alguns perguntarão, como sobreviveremos em um ambiente em que o heli é visto com desconfiança e preconceito? e eu respondo, usando o senso, tendo consciência do que prevalece lá e que deveremos nos portar com humildade, mas sem baixar a cabeça para homem nenhum, não caberá a subserviência, estaremos pagando, e por isso teremos direitos pré-estabelecidos.
Acredito que com o tempo a coexistência pacífica prevalecerá, de um lado os aeromodelistas fundadores e "donos" do campo, e do outro lado nós com nossas máquinas bem mais complexas e interessantes de voar, acredito que com o tempo, os gatos brancos e pretos se entenderão e se  aproximarão mais e mais, como os simpáticos gatinhos na foto acima.

domingo, 22 de novembro de 2009

Olha como ficou o dedo do Marcelo




E olha que foi aqueles motorzinhos fraquinhos que usamos desde os primeiros modelos de isopor, não que seja normal, mas este tipo de coisa acontece e a divulgação das fotos a pedido do Marcelo serve para nos alertar dos perigos.




Não deve posar de vítima quem assume o risco de permanecer e voar em lugares públicos, ingenuidade ou falta de noção?

Foi mais uma tarde de muitos prazeres no nosso hobby, realmente não seu para fazer os loopings por tempo de bateria mas fizemos uns poucos antes e uns depois do incidente em que meu heli atingiu de raspão o tornozelo do Eduardo, um piloto novato. (ficou tudo bem, o sangramento durou pouco e um band-aid resolveu o problema). Eu levei uma porrada de avião na cara lá no PS, como tinha consciência do risco assumido em estar em área de vôo, abracei o piloto ( O Leno), e assumi meu prejuizo das consultas oftalmológicas (me feri na fronte perto do olho, e da recuperação do meu óculos, o médico me disse que só não fiquei cego por causa do meu óculos de lentes de policarbonato), nunca passou pela minha cabeça posar de vítima, afinal isso seria no mínimo uma atitude ridícula da minha parte.

Quando decolei e fiz o primeiro looping já notei que ele estava um pouco diferente de ontem, estava saindo muito de aileron e puxando a cauda para um lado, e numa dessas ele descontrolado saiu do meu controle e atingiu o colega. Já entrei em contato com ele e apesar de sabermos que ao permanecer numa área de vôo estamos assumindo um risco, combinei que eu assumiria as peças necessárias para a recuperação total do seu heli,(que também caiu em consequencia da perda de comando)  infelizmente não tive cabeça no momento para fotografar o local atingido, mas deixo aqui registrado o acontecido. Tudo resolvido. e até o PS na quarta feira quando deveremos inaugurar a carenagem nova , belíssima, que comprei e estaremos montando pela manhã diretamente na  minha bancada. Mandarei o vídeo com o tutorial da montagem (montador o colega Bola). Aguardem.
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Obs: Quando chamamos de ocorrência normal o que aconteceu não foi para banalizar nem estimular a ocorrência deste tipo, mas no sentido que são fatos que ocorrem no dia a dia de qualquer aeromodelista. De acordo com a lei voar na Mito é transgressão legal, então quem voa lá assume riscos de toda a espécie. Não é porque voa padrão que está isento de se acidentar ou provocar acidentes. Um simples turno de pista à frente das pessoas poderá gerar problemas, é só haver problema estrutural ou uma perda de comando.
Resumindo, quem está transgredindo lei por voar em local proibido não há de como querer aparecer como o arauto da legalidade e normalidade dos prodedimentos.

Sete loopings em sequência é conta de mentiroso?

Pois não foi mentira não, as testemunhas foram muitas lá na Mito ontem, domingo dia 21, caso seguinte:  cheguei por lá com os meus dois helis, o número 1 que chamo de mocinha, bem trimado, muito comportado, vôos gostosos, pousos idem, é o heli que gosto de voar no Ginásio Paulo Sarasate nas quartas feiras (vôo indoor) e o nº 3 que chamo de puta ruim, nervosão, temperamental, alguma coisa errada com este helicópero. E decidi, bem já que vou ter que desmontar este bicho todo vou deixar para fazer isto na próxima lenha. Levei os dois , mas a mocinha (nº 1) ficou no banco de reserva (na mala do carro) em caso de precisar de entrar em campo ( o nosso presidente Lula é que adora essas analogias com o futebol, não é?), pois bem um vez tudo preparado, joguei um WD na cauda do indisciplinado nº 3 , dei uns lemes para desenferrujar, e fui para o heliponto, e pensei - Vou botar para quebrar. Dei umas testadas antes da decolagem, cauda prum lado e pro outro e decolei. Os colegas de hobby já começaram as gaiatices, uns se esconderam atrás das malas abertas dos carros, outros para trás dos outdoors. Tomei altitude, subi, subi, acionei o idle, prruuummmm, o som do motor disparou , as pás idem. Cabrei, primeiro looping, perfeito, na saida do looping, cabrei de novo, outro giro no ar, e ai foi brincadeira, emendei 7 (sem mentira) um atrás do outro. Mas ai com a empolgação, isso ai é que derruba a gente, esqueci que uma bateria não tem carga para sempre, e na saida do 8º looping o motor parou, e o bicho estava lá em cima. Cantei a jogada "O MOTOR PAROU !!!, todos emudeceram, e eu também, precisava de sangue frio para pousar este que já era meu herói. Como já estava num embalo de 100% de motor (idle não brinca) e ainda restava um restinho de energia para os servos, dei 100 por cento de coletivo (10¨% de passo positivo) e consegui manter a sustentação do meu heli favorito ( até esqueci a mocinha comportada que estava no carro) pelo menos até uns dois metros do solo, de onde finalmente ele afundou. Afundou, mas pousou legal, de pé como um homem de verdade ( e pensar que há pouco tempo o chamava de puta ruim), não quebrou nada, nem pás , nem skids. Fui aplaudido (uns de gozação, a gente sabe), mas outros reconhecendo nossa evolução e o alto desempenho do herói da tarde. Meu ex puta ruim, e agora meu campeão, meu heli nº3.
Obs: Num dos giros mais ousados fez o Rolim se levantar com medo, e a galera gritou "Seu Alberto seu vôo faz até rolinha se levantar" ô povo maldoso, o outro o Cristiano me mostrou a calça molhada e disse que tinha se mijado todo. Mentira, foi porque quando ele correu com medo das manobras o refrigerante virou por cima dele. Bem feito.

sábado, 21 de novembro de 2009

Ultraleve caindo , veja o vídeo na coluna da esquerda mais acima

Ele tentou jogar na estradinha do lado das árvores, pena que não deu tempo.
Mas graças a Deus que não morreu :)

Passageiros sobrevivem a pouso noturno em mar cheio de tubarões

Um jovem piloto australiano (no detalhe da imagem, onde há um avião similar ao que pilotava) está sendo aclamado como herói no país após ter realizado com sucesso um pouso de emergência no Oceano Pacífico, à noite e em águas infestadas por tubarões, salvando a si mesmo e outras cinco pessoas, na quarta-feira (18).

A aeronave, o IAI 1124A Westwind II, prefixo VH-NGA, da Pel-Air Aviation, adaptado para fazer a remoção de pacientes médicos, partiu da ilha de Samoa com destino a Melbourne, na Austrália, e uma escala para reabastecimento na ilha de Norfolk, cerca de 1,6 mil km a nordeste de Sydney.

Segundo a empresa, estavam a bordo uma mulher "gravemente doente", seu marido e dois médicos, além de um co-piloto.

O tempo em rota estava bom no momento da decolagem, mas uma tempestade se formou antes do pouso em Norfolk, por volta das 21h30 da quinta-feira (hora local, 7h30 em Brasília).

Com pouco combustível e após quatro tentativas de se aproximar da pista, o piloto Dominic James, decidiu pousar no mar.

'Solteiro do ano'

Apenas três passageiros tiveram tempo de vestir seus coletes salva-vidas, enquanto os demais tiveram que se agarrar a eles.

A aeronave afundou três minutos após o pouso, e todos os ocupantes conseguiram se salvar.

Eles, no entanto, tiveram de esperar cerca de uma hora e meia dentro d'água, em um mar cheio de tubarões, até a chegada de barcos de resgate.

A passageira que estava sendo removida segue internada para observação em um hospital de Norfolk. Os demais estão "em bom estado de saúde", apesar de terem sofrido choque e hipotermia.

O caso é semelhante ao do pouso de um avião comercial no rio Hudson, em Nova York, no início deste ano, em que todos os passageiros sobreviveram.

Segundo uma assessora da empresa Pel-Air, o piloto Dominic James não está autorizado a falar com a imprensa até que tenha conversado com as autoridades de segurança de aviação civil australianas.

Curiosamente, James é um dos 50 finalistas da eleição "Solteiro do Ano" da revista feminina australiana Cleo. Especialistas em celebridades do país acreditam que agora ele tem grandes chances de chegar ao primeiro lugar.

Fontes: BBC Brasil via O Globo / ASN - Imagem: AFP

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

A-380 - Veja o vídeo do lado esquerdo um pouco acima

Um Airbus A380 da Air France decolou nesta sexta-feira do aeroporto de Roissy, em Paris, com destino a Nova York com mais de 500 passageiros a bordo, marcando o início da utilização comercial do avião gigante por uma companhia europeia.
O A380 decolou do aeroporto de Roissy com quase 380 pessoas que compraram sua passagem em leilão, com um assento na classe econômica valendo cerca de mil euros (R$ 2.579).
Foram arrecadados mais de 300 mil euros, anunciou o diretor-geral da Air France, Pierre-Henri Gourgeon. O dinheiro será doado a instituições de caridade.
Além dos passageiros e dos 22 membros da tripulação, estão a bordo os dirigentes da companhia e vários convidados.
"Esse será o primeiro A380 a sobrevoar regularmente o Atlântico Norte", destacou Gourgeon. Após o voo de inauguração, a companhia vai dar início à utilização comercial deste primeiro aparelho no dia 23 de novembro.
A Air France encomendou no total 12 A380. Outros três devem ser entregues até o mês de junho. Depois de Nova York, os próximos destinos do A380 deverão ser Johannesburgo e Tóquio.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A volta do Louro José na Mito

Durante nossa trajetória como apreciadores do helimodelismo verificamos que muitos colegas pelos mais diversos motivos, que não vem ao caso discuti-los, vão ficando pelo caminho, na maioria das vezes são bons amigos que somem do mapa deixando saudades nos colegas que ficam. Quem não se lembra dos vôos pererecas (sobe e desce baixinho)  do Cmt. Henrique, ou do looping a dois metros de altitude (é claro que estabacou o heli no chão) do Cmt Luis Carlos, e dos vôos de frente do Cmt Bidu (eu brincando dizia ser meia boca para ver a reação do bruto) que eram na verdade show de bola. e mais recente sentimos a falta do Luis Liberal, gente muito fina que todos esperam a volta, até eu, que aprimorei meus loopings desmantelados devido aos extremados estímulos dele. E do Ricardo dos pastéis que nunca levou nem um mísero pastelzinho para a gente experimentar, mas agora retorna com uns carrinhos que fazem tanta poeira que o meu soprador tem trabalhado dobrado para tirar a areia nos rolamentos dos helis.
Mas de todos o que fazia mais falta era o Louro José, o canopi do Ricardo do Som, mas pelo que ví na terça passada o bichinho está voltando vestindo o heli do Alexandre. Seja bem vindo lourinho, mas tenha cuidados com os tic tacs, senão você volta de novo para o Maizena.(é considerado o melhor pintor de canopys do Ceará)
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

Looping duplo, saida do segundo com muito aileron e.... Veja o vídeo do lado esquerdo. mais abaixo.

Fui para a Mito para não ficar em casa, estava em dúvida, só faltava um empurrãozinho, alguém que me chamasse, estava nessa navegando na web, atualizando este blog que vos fala, ai aparece no chat do email a mensagem do Ellery "vais para a Mito?", nem pensei e disse, vou, e fui, mas fui um pouco preocupado, desde que fiz uns vôos em idle no ParkSide pela manhã notei que uma das pás estava empenada para baixo, parecia um heli real pousado. Eles não ficam com as pás arqueadas para baixo?, assim estava o meu. Arriadão, mas por empeno.
Chegando lá verifiquei que além da pá empenada, um pega pá estava jogando para cima e para baixo. Ou problema nos dumpers ou nos rolamentos, mas ai eu pensei, ora bolas, não é isso que vai me impedir de fazer uns loopings, se quebrar no ar, aproveito e faço uma revisão geral.
Anunciei (estava lá o Ricardo do Som, o Alexandre, o Ellery, o bola e o sobrinho do Walter que agora me foge o nome) "Vou fazer um looping DUPLO", o Ellery imediatamente sacou de sua câmera e correu para filmar de longe. É o besta!!!. Primeiramente dei uma aquecida com um looping simples, tudo perfeito, redondinho (o track fora uns dois dedos), e ai pensei "vai ser agora". Tem que ser alto, acionei o coletivo com gosto de gás, subi, lá em cima acionei o idle, e cabrei. O heli fez a volta completa no ar e vi que dava para emendar o segundo looping, mas quando cabrei o dedo escorregou para um lado e dei aileron sem querer, ele saiu do looping em faca, e na correção ficou de frente (isso a uns 2 metros do solo)e em segundos dei uma corrigida rápida, ele ficou de lado, de frente para o meu lado esquerdo. Dei motor, ele subiu de novo para o céu, e salvou-se de uma estabacada "first class". A galera admirou-se da manobra salvadora. O Ricardo chegou a dizer "esta salvada salvou a tarde". Recolhi a máquina do heliponto, pus o hold blade, sentei na cadeira de camping, e uffa!, dei um suspiro de alívio e realização.
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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Equipe da Ciopaer socorre um menino

Tripulantes do helicóptero "Fênix 04", sob comando do major PM Félix, resgataram, sábado, um garoto vítima de acidente com um triciclo nas dunas próximo à Lagoa do Cauípe, em Caucaia. Ele sofreu lesões e foi levado para o IJF.
Fonte:  DN

domingo, 15 de novembro de 2009

Decisão amadurecida em nome da segurança na Mito

Fui meio sem vontade hoje para a Mito, estou na fase trauma-pós-lenha, que é a seguinte:
Fiquei aliviado com a declaração de um colega que me disse que depois de uma lenha ele passa por umas duas semanas no mínimo de retrocesso na evolução dos vôos, fica cagaceado , com medo de repetir a manobra que fez seu heli se estabacar no solo. Na hora fiquei aliviado com o que ouvi e pensei, então é assim isso acontece com todos que vivem esta situação. Uma lenha não passa só pelo efeito financeiro, passa pela decepção de um vacilo besta (é a pior lenha) , que depois que você cai, você se condena porque poderia ter feito uma pequena manobra que teria salvado seu heli daquele triste destino. Olha,  que aqueles passos que você dá em direção ao seu helicóptero destroçado no chão são terríveis, (quando tem um crocodilo ao lado é pior) , justo aquele heli que estava tão trimadinho, voando que nem uma mocinha graciosa, pousando gostoso, hoverando estável e praticando uns loopings perfeitos, redondinhos.  De repente se transforma numa puta ruim que te dá 15 minutos de prazer e um ou dois dias de trabalho duro (tem que revisar tudo, tudo mesmo, e despesas). Mas é assim mesmo este é o nosso hobby. E tudo começa outra vez, mas desta vez com mais experiência. O que não mata fortalece.
Voltando ao assunto segurança. A idéia surgiu com o comandante Lucas, piloto experiente, e que sabe as consequências de um acidente com um heli com pás girando a 2800/min. Todos, mesmo sacrificando o
prazer de ficarmos próximos aos pilotos em vôo, para aplaudir e como todo bom cearense vaiar com gosto acatamos a idéia e logo sugerimos aos pilotos que não estavam voando e visitantes para sair da área de vôo, tiramos nossos veículos, e estacionamos no antigo local que fica ao lado da revendedora Mito. Ficou assim decidido, os pilotos que vão voar se dirigem ao local  junto aos outdoors, e quem não está voando e visitantes ficam papeando ao lado dos outdoors na entrada da Mito.
Sãbia decisão do grupo, assim minimizaremos as chances de acidentes com pessoas e carros. Aguardem o video com a nova configuração na Mito.

sábado, 14 de novembro de 2009

João Pessoa-PB sedia exposição sobre história da aviação do Brasil

Os amantes da aviação têm uma ótima oportunidade de conhecer a história e objetos sobre a aviação brasileira. Teve início sexta-feira (13), na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, a exposição 'Universo da Aviação'. O evento é uma realização do Aeroclube da Paraíba em parceria com a PMJP e faz parte das comemorações de um ano de aniversário da Estação Cabo Branco e pelos 69 anos de história do Aeroclube da Paraíba. A exposição pode ser vista até o dia 10 de janeiro de 2010.
São painéis fotográficos relatando a vida do aviador brasileiro Santos Dumont; sobre o pára-quedismo, Aeromodelismo, Ultralevismo. Os visitantes poderão apreciar réplicas de aeromodelos de diversos tamanhos, hélices, equipamentos de rádios, cilindros aeronáuticos, pará-quedas e acessórios. Os organizadores montaram um ultra-leve 'Quiksilver- monoplace triciclo para o público apreciar 'in loco' o equipamento.
Os visitantes poderão assistir documentários, obter informações de como se tornar um piloto civil, para-quedista ou aeromodelista, além de informações sobre o Curso Superior de Aviação oferecido exclusivamente no Nordeste pela Escola Superior de Aviação Civil – ESAC.
Palestra - A abertura da exposição foi precedida de uma palestra no salão panorâmico, com aviador e pesquisador Ruy de Azevedo Sodré Sobrinho. Ele é autor da exposição 'Vida e Obra de Santos Dumont'. Na oportunidade o expositor fez uma explanação histórica da aviação desde o século 18, da participação dos brasileiros que marcaram as conquistas decisivas do Brasil na história da Aeronáutica e ressaltou a importância de Santos Dumont reconhecido mundialmente, sua história, seus experimentos e desafios de um herói brasileiro.
Aeroclube da Paraíba- fundado em 10 de novembro de 1940, é fomentador na formação de novos pilotos através da sua escola de aviação civil. Nesses 69 anos de história, o Aeroclube da Paraíba, associação civil de utilidade pública, com sede no bairro do Aeroclube (antigo bairro do Bessa), já formou mais de mil pilotos, centenas de pára-quedistas e aeromodelistas, orgulhando-se em prestar este serviço aos paraibanos oferecendo atualmente quatro tipos de cursos: Piloto privado (PP), pára-quedismo, aeromodelismo e ultra-levismo.
Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa